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 PT aprova resolução rejeitando qualquer eleição indireta

O Partido dos Trabalhadores aprovou por unanimidade, durante o “6º Congresso Nacional do PT – Marisa Letícia Lula da Silva“, uma resolução que manifesta sua posição contrária a qualquer saída que não seja as eleições diretas já.

A adesão de 100% dos congressistas à pauta das “Diretas Já” mostra que o partido saiu desse congresso mais unido e totalmente comprometido com a retomada da democracia.

A decisão mostra a sintonia do PT com a sociedade, uma vez que 85% dos brasileiros defendem novas eleições em caso de vacância na Presidência da República, segundo pesquisa Datafolha divulgada em abril.

A análise é unânime entre os petistas que participaram do encontro realizado entre quinta (1º) e sábado (3) em Brasília, por onde passaram cerca de 3 mil pessoas.

A resolução foi comemorada por lideranças e delegados petistas, incluindo a nova presidenta do PT, senadoraGleisi Hoffmann (PT-PR). Nesta segunda-feira (5) ela publicou um artigo destacando que as decisões tomadas no congresso “atestam forte base de unidade política“.

“Em alto e bom som aprovamos Diretas Já. Aliás, defendemos a antecipação das eleições de 2018, assim como a saída imediata de Temer, e vetamos a ida, sob qualquer hipótese, ao Colégio Eleitoral. Também defendemos o fim das reformas em tramitação no Congresso Nacional e a convocação de uma Constituinte Soberana, para fazer as verdadeiras reformas de que o povo precisa”, escreveu a líder do PT no Senado.

Para o deputado federal Zeca Dirceu (PT-PR), um colégio eleitoral para eleger indiretamente um presidente é, na verdade, um “ golpe dentro do golpe” e vai piorar ainda mais a situação do país.

“Está cada vez mais claro o que representou o rompimento da democracia: perda nos direitos sociais, trabalhistas, entrega do patrimônio brasileiro e o agravamento das crises econômica e política. Qualquer solução que não seja pelas vias democráticas diretas vai levar o Brasil a um período muito pior.”

O estudante universitário Mario Magno, também delegado do Ceará e um dos que votaram a favor da resolução, diz que o PT dá as respostas que a sociedade espera.

“Saímos do congresso com essa resolução e com unidade. Não vamos aceitar de forma alguma um acordo com esse Congresso, o mais conservador desde 1964 e que não tem capilaridade para representar a sociedade brasileira.”

Ex-ministro do Desenvolvimento Agrário, Miguel Rossetto diz que a resolução reforça o comprometimento do PT em participar e convocar todos os setores da sociedade para aumentar a pressão em torno da aprovação das diretas: “Não iremos apoiar um presidente biônico. Um colégio eleitoral não tem legitimidade para escolher um novo Presidente da República”, afirmou.

Para a petista e delegada cearense Raniele Barbosa, o colégio eleitoral é mais um golpe orquestrado pelo parlamento junto com o Judiciário e parte da imprensa.

“Querem enganar mais uma vez povo brasileiro. Nós não participaremos do colégio eleitoral! Isso significa que o PT olha para o povo brasileiro e diz que cabe ao povo decidir. Essa é a única saída para a democracia”, declarou.

O deputado federal Marco Maia (PT-RS) defende as eleições diretas como a única saída para a retomada da estabilidade política. Para ele, a aprovação da resolução mostra que o Partido dos Trabalhadores segue coerente com sua história e com a luta que vem travando dentro do Congresso Nacional.

“Eleições diretas garatem estabilidade política e econômica ao Brasil. O PT não pode ir ao colégio eleitoral.”

A resolução aprovada no congresso traz o seguinte texto:

“O PT manifesta sua posição inegociável pelas “Diretas Já” e contra o golpe dentro do golpe. Enfrentaremos quaisquer iniciativas das classes dominantes de impor eleições indiretas por meio de um colégio eleitoral. O PT rejeita terminantemente as duas alternativas golpistas. Para pôr fim a essa crescente escalada de retrocessos é preciso antecipar as eleições, inclusive do Congresso Nacional, para que a vontade livre e soberana rompidas se manifeste nas urnas. O PT e seus parlamentares não irão a um eventual colégio eleitoral”.

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